A Selic está caindo. O que muda para o investidor?

Invista Direto 05/09/2017 | 1:06

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deverá anunciar hoje mais um corte na Taxa Selic.

Se você investe em renda fixa, deve estar se perguntando: e agora? Chegou a hora de resgatar tudo e partir para outras aplicações?
Não necessariamente, como vamos explicar neste post.

O que acontece com as aplicações baseadas no CDI?

Mesmo com a redução dos juros, investimentos indexados ao CDI (que seguem diretamente a variação da Selic) ainda são opções seguras e rentáveis. Isso porque é preciso considerar também a rentabilidade real da aplicação, ou seja, com o desconto do IPCA (inflação) e do imposto de renda, quando for o caso.

Por exemplo: em 2015, a Selic chegou a 14,25%, mas a inflação foi de mais de 10%! Por outro lado, se o Copom reduzir em 1% a taxa básica de juros, teremos uma Selic de 8,25%, só que com a previsão de que o IPCA termine 2017 na casa dos 4%.

Então, antes de correr para resgatar seus investimentos, avalie a rentabilidade real e procure saber quais são as expectativas do mercado para o futuro. Para isso, #contacomagente!

E a poupança?

Se o corte previsto pelo mercado se confirmar, a remuneração da poupança muda, e ela passa a pagar 70% da Selic, mais a Taxa Referencial. Traduzindo: ela renderá menos ainda!

Além disso, ao comparar a poupança com investimentos de renda fixa, muita gente se esquece que enquanto um CDB rende diariamente, a poupança só tem rendimento mensal. Isso significa que se o resgate da caderneta for feito antes de 30 dias, o rendimento é zero!

Portanto, mesmo com a redução dos juros, bons investimentos em renda fixa continuam mais rentáveis que a poupança.

O que você pode fazer?

A Selic está caindo e você não quer mais manter todas as suas aplicações atreladas ao CDI? Tudo bem, você pode diversificar parte da sua carteira.

Uma forma de fazer isso é investir em LCIs atreladas ao IPCA, que pagam boas taxas além da inflação. Nossa LCI IPCA, por exemplo, oferece ótimas taxas. Para saber mais, é só clicar aqui.

Outra opção é aplicar em fundos de investimento, que funcionam como “condomínios” de investidores que se reúnem para aplicar em ativos de renda fixa e / ou variável.

Para quem é mais conservador, existem fundos que investem exclusivamente em renda fixa. Na corretora do Banco Inter, temos duas ótimas opções: o Fundo Primus e o Fundo de Debêntures Incentivadas.

E como investir em fundos do Banco Inter?

1- Acesse sua conta pelo Internet Banking e cadastre-se na IDTVM, a distribuidora de títulos e valores mobiliários do Banco Inter.

2- Preencha o Perfil do Investidor, o Termo de Adesão e o Termo de Adesão específico do fundo no qual pretende investir.

3- Após realizar o cadastro, basta enviar um e-mail para investimentos@bancointer.com.br, informando o interesse em aplicar no fundo escolhido.

Em caso de dúvidas, é só entrar em contato pelo telefone 3003-4070, ou deixar seu comentário aqui.

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