O que é Tesouro Direto e como investir

Invista Direto 10/11/2017 | 5:44

Se você procura rentabilidade maior que a poupança e tem perfil conservador, o Tesouro Direto é uma opção interessante. Ele é seguro, democrático e fácil de investir. Quer saber mais? Então confira este post.

Entendendo o Tesouro Direto

Para financiar a dívida do Governo Federal, o Tesouro Nacional emite títulos públicos para captar recursos. Como contrapartida, o investidor recebe uma remuneração que pode ser atrelada à Selic ou ao IPCA, por exemplo.

A segurança é uma grande vantagem desses títulos. Como são garantidos pelo próprio Tesouro Nacional, eles são bastante seguros, já que as chances de um calote na dívida pública são bastante improváveis, para não dizer nulas.

Outro aspecto importante é a liquidez. Caso o investidor precise resgatar a aplicação antes do vencimento, o Tesouro Direto garante a recompra dos papéis. Mas é preciso estar atento ao preço dos títulos no momento do resgate, já que o valor oscila de acordo com o mercado.

Quais são as opções?

Os títulos do Tesouro Direto são divididos de acordo com a forma de remuneração. Existem títulos pós-fixados, prefixados ou mistos.

O rendimento dos papéis pós-fixados varia de acordo com a oscilação de indicadores econômicos. No caso do Tesouro Selic, por exemplo, quanto mais alta a taxa básica de juros, maior a rentabilidade.

Títulos pré-fixados têm a remuneração definida no momento da compra. Um papel que oferece, por exemplo, 9% ao ano pagará exatamente essa rentabilidade nominal no vencimento da aplicação. Mas se o investidor decidir resgatar o título antes do prazo, a rentabilidade poderá ser menor, já que o preço varia de acordo com a demanda do mercado.

Por fim, os títulos de remuneração mista são aqueles que oferecem um percentual fixo, mais a variação do IPCA. No Tesouro Direto, esse papel é chamado de Tesouro IPCA +, sendo indicado para quem busca garantia de rendimento real (acima da inflação).

No caso dos títulos pré-fixados e de remuneração mista, o Tesouro Direto também oferece papéis com pagamento de juros semestrais. Nesse caso, o investidor recebe rendimentos a cada seis meses, ao invés de ser remunerado apenas no vencimento da aplicação.

Esta opção é interessante para quem precisa complementar a renda com os juros da aplicação. Porém, é preciso lembrar que haverá cobrança de imposto de renda sobre esses rendimentos, seguindo a tabela regressiva de IR – que varia de 22,5% a 15%.

É muito fácil investir em Tesouro Direto. Você pode começar com apenas R$ 30,00! E o melhor: a rentabilidade não muda de acordo com o valor aplicado. Isso significa que se você investir R$ 30,00, terá mesma taxa de rentabilidade de quem aplicar R$ 30 milhões. Legal, né!?

Quer simular uma aplicação e conhecer a rentabilidade do TD? É só acessar o Simulador de Tesouro Direto.

Como investir?

Para comprar um título do Tesouro, você deve ter uma instituição credenciada no Tesouro Nacional como agente de custódia. Se você já é correntista do Banco Inter, fique tranquilo! Basta acessar o Internet Banking, cadastrar a Inter DTVM como custodiante e começar a investir diretamente pelo site do Tesouro Nacional.

Vale lembrar que não cobramos taxa de administração. Você pagará apenas a taxa de custódia cobrada pela B3, que é de 0,3% ao ano.

Se você ainda não fez seu cadastro para investir em Tesouro Direto, basta seguir o passo a passo abaixo:

1-No Internet Banking, clique em IDTVM;

2-Escolha a opção Perfil do Investidor, faça o Teste de Perfil de Investidor e clique em aceitar o teste.

3- Em seguida, clique para aceitar o Termo de Adesão

4- Você receberá um e-mail do Tesouro Nacional, com seu Login e senha. Agora, é só acessar o site do Tesouro Direto, criar uma nova senha e começar a investir.

Ainda não é correntista? Então abra já a sua conta digital gratuita no Banco Inter. E se tiver dúvidas na hora de aplicar em Tesouro Direto, compartilhe com a gente nos comentários.

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