Financiamento Imobiliário: o que você precisa saber

Crédito Consciente 14/11/2017 | 9:19

O fim de ano está se aproximando e chegou a hora de começar a fazer planos e organizar suas finanças para 2018.

Se o seu planejamento inclui realizar o sonho da casa própria, é importante observar alguns movimentos da economia que poderão influenciar sua decisão.

Neste post, vamos falar sobre algumas tendências que poderão afetar os financiamentos imobiliários.

Selic em baixa, financiamento imobiliário mais barato

O Banco Central tem feito diversos cortes na Selic, a taxa básica de juros da economia. Desde janeiro deste ano, a taxa foi reduzida de 13% para 7,5% ao ano.

Como é a principal referência para a definição dos juros praticados pelo mercado, a Selic interfere diretamente no custo do crédito. Quanto mais alta, maiores são os juros do cartão de crédito, cheque especial, financiamento imobiliário e outros tipos de crédito oferecidos pelos bancos. Por outro lado, quando a taxa cai, as instituições tendem a reduzir os juros.

A queda da inflação é outro fator que beneficia quem está buscando um financiamento imobiliário. Isso porque o valor das parcelas também é reajustado de acordo com a variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Para se ter uma ideia, em 2015 a inflação anual chegou a 10,7%. Hoje, o IPCA dos últimos 12 meses está em 2,54%.

Com a Selic e a inflação em queda, o momento é favorável para novos contratos de financiamento imobiliário, já que as taxas são firmadas no momento da assinatura.

Preços dos imóveis em queda

O preço dos imóveis caiu em 2017. Até outubro, o valor médio do metro quadrado foi de -0,56%, segundo pesquisa da FipeZap, realizada em 20 cidades brasileiras. No entanto, o mercado imobiliário pode sofrer nova valorização com a melhoria dos indicadores econômicos. Por isso, pode ser uma boa hora para aproveitar os preços e fechar negócio.

A oferta de crédito está menor

Alguns bancos diminuíram as linhas de crédito para financiamento imobiliário, principalmente para imóveis de médio e alto padrão. Uma das razões para isso é a redução do volume de recursos captados pela caderneta de poupança, utilizada para financiar a compra de imóveis.

Por outro lado, a oferta de crédito lastreado por recursos de outras aplicações, como a LCI, tende a aumentar em 2018.

LCI é a sigla para Letra de Crédito Imobiliário, uma aplicação oferecida por bancos como forma de captar recursos para o setor imobiliário. Como é um investimento isento de imposto de renda, a LCI tem atraído cada vez mais investidores. E quanto mais recursos o banco capta, mais crédito pode oferecer.

Portanto, uma opção para quem está com dificuldade em conseguir crédito imobiliário é buscar instituições que captam recursos oferecendo LCIs, como o Banco Inter.

Evite a burocracia

Com o corte de algumas linhas de crédito e uma possível valorização dos imóveis em 2018, um financiamento rápido e prático pode ser a diferença entre fazer um bom negócio e perder uma oportunidade.

Além de desperdício de tempo, um financiamento imobiliário burocrático traz custos desnecessários. Para evitar complicações, procure uma instituição com processos mais modernos e transparentes.

No Banco Inter, por exemplo, o processo de análise de crédito é 100% on-line. Com isso, você não perde tempo em peregrinações às agências bancárias, nem nas filas de atendimento.

Agora que você já conhece alguns fatores que podem afetar o mercado imobiliário, veja também o que avaliar na hora de fazer um crédito imobiliário. E se tiver dúvidas, é só deixar seu comentário abaixo.