Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre o phishing. Esse é um tipo de golpe que se popularizou e vem sendo muito aplicado por criminosos que atuam no ambiente online e que estão dispostos a roubar seus dados.

Para conseguir fazer movimentações bancárias, por exemplo, eles utilizam e-mails e sites falsos, além de ligações onde se passam por colaboradores de diversas instituições e solicitam informações e dados pessoais aos clientes.

phishing mais frequente é o envio de links maliciosos por e-mail ou SMS e mensagens de WhatsApp falsas. Os cibercriminosos criam mensagens muito parecidas com as enviadas pelos pelos bancos e outras empresas e, assim, conseguem acessar CPF, número do cartão e senhas.

Fique atento aos tipos de golpe mais comuns:

1) E-mails falsos

A primeira dica é ficar atento aos detalhes dos e-mails que recebe. Antes de clicar, é importante passar o mouse sobre o e-mail para ver a origem do link. Nos casos dos e-mails enviados pelo Banco Inter, o remetente será sempre @bancointer.com.br. Caso a vítima clique no e-mail phishing sem realizar essa verificação, pode ter seus dados pessoais roubados.

2) SMS e WhatsApp falsos

O mesmo golpe também ocorre via SMS ou WhatsApp. Por mensagens, os criminosos se passam por empresas e oferecem prêmios e outras ofertas, induzindo a pessoa a clicar em links onde precisarão digitar dados pessoais como cartão de crédito e CPF.

3) Ligações

Os cibercriminosos também utilizam as ligações para praticar o phishing. Eles ligam para as suas vítimas, se passando por colaboradores de bancos e convencem as pessoas a digitar ou informar seus dados pessoais, simulando um atendimento para troca de senha ou roubar números de Tokens para realizar transações.

Vale lembrar que nas ligações feitas pelo Banco Inter, o único Token solicitado é o Token de Atendimento, sempre alfanumérico e que chega ao cliente com a seguinte mensagem: “Banco Inter: Seu token de confirmação de atendimento é:***.” Caso seja solicitado qualquer Token diferente desse, o banco deve ser acionado.

4) Sites falsos

Outra tática utilizada é a criação de sites falsos, que imitam com perfeição os sites de empresas e bancos. Ao levar a vítima para o site, através de links falsos enviados por e-mails ou mensagens, eles conseguem visualizar os números de cartão, CPF e senha digitados por ela nesse ambiente e, posteriormente, utilizar essas informações.

Muitas vezes, ao procurar o site pelo Google, ou em outros sites de busca, o cliente também pode ser direcionado para visitar sites falsos.

Não caia no phishing:

• Opte por utilizar computadores seguros e evite computadores compartilhados (ex: os computadores da faculdade e outros utilizados por muitas pessoas);

Verifique o link antes de abrir. Você pode fazer isso passando o mouse por cima do e-mail e verificando se há alguma falha no e-mail como erros ortográficos;

• Apenas forneça seus dados via site se o prefixo do site exibir “https”. Essa é uma garantia de que está tudo certo. Se não tiver o “s” (seguro), pode ser uma armadilha.

• E-mails e sites falsos podem parecer muito com os reais. No entanto, podem conter pequenos erros de ortografia ou direcioná-lo para o outro site que podem conter indícios que se trata de um golpe. Fique de olho!

Não informe dados pessoais por telefone a não ser que você mesmo tenha solicitado algum tipo de atendimento;

• Fique atento ao tipo de solicitação de dados feita pelos atendentes via e-mail e telefone;

• Caso esteja em contato com um atendente do Banco Inter, ele poderá perguntar o número do Token de Atendimento para confirmar sua identidade. Tenha atenção para passar o número correto que receber pelo celular. Verifique se a mensagem consta a mensagem: Token de confirmação de atendimento. Muitas pessoas confundem esse número com o do Token de Transação, que autoriza outras movimentações na conta;

Ao verificar que recebeu um e-mail falso, link ou direcionamento para acessar um site falso, avise o banco pelo SAC para tomarmos as medidas necessárias;

• Para acessar o site do Banco, digite o endereço diretamente no navegador (www.bancointer.com.br). Ao pesquisar o nome do banco no Google, ou outros sites de busca, você poderá ser direcionado a uma página falsa.